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A mudança de hora em 2026, em Portugal, acontece na madrugada de 29 de março, momento em que é - literalmente – hora de adiantar o relógio uma hora. Isto significa que às 01:00h da manhã passarão a ser 02:00h, se estiver em Portugal continental e na Madeira.
Já nos Açores, a mudança ocorre à meia-noite, momento em que os relógios devem ser adiantados para a 01:00h. Isto significa que, independentemente do local onde estiver, dormirá sempre menos uma hora, mas, em troca, ganhará dias mais compridos.
Quando muda a hora no inverno?
O horário de inverno voltará, depois, na madrugada de 25 de outubro de 2026, quando às 02:00h da manhã passarão a ser 01:00h, em Portugal continental e na Madeira, enquanto nos Açores, às 02:00h deverá atrasar-se o relógio para a 01:00h.
É um pequeno gesto que se repete todos os anos, e que, sempre que é feito, levanta a questão: será que a mudança de hora ajuda a poupar energia em casa?
Neste artigo, explicamos-lhe o efeito que tem o novo horário de verão na sua fatura de eletricidade e como pode aproveitar para reduzir o seu consumo.
A mudança de hora em Portugal acontece duas vezes por ano:
Esta medida aplica-se em todos os países da União Europeia (Diretiva 2000/84/EC) com o objetivo de se poder adaptar melhor as diversas atividades às horas de luz solar. Por sua vez, a aplicação legal em Portugal faz-se por via do Decreto-Lei nº17/96.
O truque dos dois M talvez ajude a memorizar:
A mudança da hora acontece oficialmente em Portugal desde a Primeira República, em 1916, e foi instaurada com o objetivo de poupar energia.
Após esta data, a mudança de hora foi acontecendo de forma irregular, tendo mesmo, durante 10 anos, sido adotada a hora de verão de forma ininterrupta.
Depois de mais alguns anos sem regra definida, em 1996, em alinhamento com a União Europeia, ficou determinado que seriam adotados os dois horários – verão e inverno – obrigando, desta forma, a um acerto de relógios, duas vezes ao ano.
Com o passar dos tempos, o debate sobre a utilidade real de ter dois horários tem crescido: e, se por um lado, há estimativas que indicam uma poupança efetiva; por outro, também há dados sobre a mudança dos hábitos de consumo e da eficiência energética, que sugerem que, hoje, o impacto pode ser bem menor do que era há décadas.
Não havendo, portanto, uma resposta conclusiva em relação ao assunto, é preciso ter em conta que a poupança não acontece simplesmente por se mudar a posição dos ponteiros do relógio.
Ter mais tempo de luz natural pode ajudar a reduzir o consumo, no entanto, o verdadeiro impacto depende da forma como cada pessoa consome energia, e se adota, ou não, hábitos de consumo responsáveis e eficientes.
A mudança de hora não altera diretamente o preço da eletricidade, mas pode influenciar, indiretamente, a sua fatura. Afinal, com mais horas de luz natural:
De acordo com o seu estilo de vida e rotinas pode compensar optar por uma tarifa com horários específicos, isto é, com preços de eletricidade diferentes em função do período do dia/noite.
E se esse é o seu caso, pode escolher entre a tarifa bi-horária (vazio e fora do vazio) ou tri-horária (vazio, cheias e ponta), sendo que a poupança dependerá das horas em que efetivamente consome.
Na tarifa bi-horária tem dois períodos de preço:
Na tarifa tri-horária, os períodos de preço são três:
Ao escolher estas tarifas, pode, ainda, optar por um ciclo diário ou semanal, sendo que, no primeiro, os horários são iguais todos os dias, incluindo fins de semana, e, no segundo, os horários variam entre dias úteis e fins de semana - quando são mais vantajosos - e têm variações no inverno e no verão.
Se, no entanto, o seu estilo de vida não tem um padrão definido e prefere não ter de adaptar as suas rotinas a horários específicos, então, na Plenitude, encontra a tarifa de eletricidade ideal para si. Chama-se Tarifa Fácil é uma tarifa fixa em que o preço do kWh é igual nas 24 horas, e durante um ano inteiro. Ou seja, uma tarifa cujo preço não se altera pela mudança de hora, não afetando, por isso, nem a sua fatura, nem o seu bolso.
O horário de verão implica um maior número de horas de luz natural, o que tem tudo a ver com a mudança de hora. Quando, na madrugada de domingo, se adianta uma hora ao relógio, os dias tornam-se mais compridos e, como tal, a necessidade de luz artificial diminui.
Além disso, ao passar a ter mais horas de luz natural, a temperatura também se torna mais amena, contribuindo para que se passe mais tempo fora de casa, o que diminui o consumo de energia dentro de portas. Neste sentido, pequenos gestos como estender a roupa ao sol, em vez de usar máquinas de secar a roupa, jogam a favor da sua fatura de eletricidade.
A maior desvantagem é que o impacto real na fatura pode ser limitado se o consumo tiver origem sobretudo na climatização, eletrodomésticos ou hábitos que não mudam.
De igual forma, para algumas pessoas, o ajuste ao novo horário é difícil, afetando as rotinas de sono, horários e estado anímico em geral.
Para que a mudança de hora se traduza num ganho real, deixamos-lhe algumas ideias que ajudam a poupar:
1. Aproveite a luz natural
Suba as persianas, abra os cortinados e permita a entrada de luz solar em casa para reduzir o uso de iluminação artificial. Priorize tarefas que necessitam de mais luz – ler, estudar, organizar – antes do anoitecer.
2. Planeie as tarefas domésticas que geram calor
Cozinhar, passar a ferro ou usar o forno faz subir, automaticamente, a temperatura de sua casa. Como tal, nos meses mais quentes, tente cozinhar nas horas mais frescas ou opte por receitas que não precisam de forno. Pode, também, optar por passar a ferro de forma concentrada, evitando ter de ligar o ferro todos os dias.
3. Use os eletrodomésticos de acordo com os horários da sua tarifa
Se tem uma tarifa com horários específicos, utilize temporizadores para que os eletrodomésticos de maior consumo funcionem nas horas de vazio, quando a eletricidade é mais económica.
No entanto, se não quer estar dependente dos horários específicos e das várias mudanças que eles implicam, tem uma alternativa: a tarifa fixa. E a Tarifa Fácil da Plenitude permite-lhe usar os eletrodomésticos da sua casa sem se preocupar com os horários, uma vez que o preço por kWh é igual nas 24 horas, e não tem aumentos durante um ano inteiro!
4. Reduza o uso da máquina de secar roupa.
Com mais horas de luz, estender a roupa ao sol é uma forma direta de poupar.
5. Ajuste a temperatura de sua casa
No verão, a temperatura de casa deve situar-se entre os 22º e os 25º. Como tal, aumentar o termóstato da climatização de sua casa para estes valores contribui para descer significativamente a conta de eletricidade, uma vez que se estima que, por cada grau extra, se supõe um aumento de 10%. Assim, com um simples gesto, pode alcançar-se uma poupança de até 20€ mensais.
Descubra qual é a temperatura ideal ar condicionado no verão e como otimizar o consumo energético.
6. Controle a climatização
Quando o calor começa a entrar em casa, o uso do ar condicionado dispara, o que aumenta a fatura. Regular a temperatura é uma forma de garantir uma temperatura agradável em casa, sem que o consumo aumente demasiado.
Se não tem ar condicionado, ou tem, mas prefere usá-lo o menos possível, conheça as nossas recomendações de como manter a sua casa fresca no verão.
7. Se puder, aposte no autoconsumo
Portugal é um país privilegiado no que toca a energias renováveis, com uma média de mais de 300 dias de sol (algo como 2200-3300 horas de sol por ano).
É, por isso, um país perfeito para a instalação de painéis solares que lhe permite produzir a sua própria energia, e, dessa forma, reduzir de forma muito eficiente a sua fatura de eletricidade.
A mudança para o horário de verão pode ajudar a reduzir o consumo com iluminação, e facilitar hábitos mais eficientes, contudo a poupança real depende da forma como usa a energia.
Se o seu objetivo é poupar na sua fatura de eletricidade deverá adotar as recomendações sugeridas anteriormente, escolher uma tarifa adequada e equipar a sua casa com equipamentos energicamente eficientes. Só assim poderá fazer um uso responsável e eficaz da sua eletricidade, sem que a conta da luz dispare.
Na Plenitude, trabalhamos para ser o melhor aliado de sua casa, com opções competitivas que facilitam a gestão da energia no dia a dia.
Em Portugal, a hora muda duas vezes ao ano: no último domingo de março, quando começa o horário de verão e se adianta 1 hora aos relógios; e no último domingo de outubro, quando começa o horário de inverno e se atrasa 1 hora nos relógios.
Em 2026, o horário de verão começa na madrugada de 29 de março de 2026. Por sua vez, na madrugada de 25 de outubro de 2026, regressa o horário de inverno.
Em março, na primavera, adianta-se 1 hora aos relógios. Isto significa que nesse fim de semana se dorme menos uma hora, mas em compensação os dias passam a ser mais compridos!
Depois, em outubro, atrasam-se, de novo, os relógios 1 hora.
A mudança de hora não afeta diretamente o preço da eletricidade, porém pode influenciar de forma indireta o consumo, uma vez que aumenta a quantidade de horas de luz natural e, com isso, algumas rotinas mudam.
Por si só, a poupança de energia que a mudança de hora pode provocar é relativamente baixa. Tem a ver, sobretudo, com a diminuição do uso de iluminação artificial e de aquecimento, mas, a poupança real dependerá, essencialmente, dos hábitos de consumo efetivos que sejam adotados.
A mudança de hora do arquipélago da Madeira é igual à de Portugal Continental. Já no arquipélago dos Açores, a mudança de hora acontece uma hora mais cedo do que no continente e na Madeira.
A mudança de hora em Portugal está regulada por uma norma europeia, que se aplica, de forma coordenada, a todos os países da União Europeia.
Neste momento não está previsto acabar oficialmente com a mudança de hora. Ainda que o debate sobre se faz sentido suprimi-la continue a existir na União Europeia, até ao momento este sistema continua vigente.
Todos os países da União Europeia aplicam atualmente a mudança de hora duas vezes ao ano, e quase todos da Europa (à exceção da Bielorrúsia e Rússia).
Fora da Europa, a hora também muda em diversos países, como nos Estados Unidos ou Canadá, mas muitos há em que a hora deixou de mudar, como a China, o Brasil ou o Japão.
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