Como poupar na eletricidade
10 conselhos para poupar energia em casa de forma fácil.
Com a chegada do inverno, volta, também, a necessidade de recorrer a soluções de aquecimento para climatizar a sua casa e combater o frio. Nesta época, o consumo energético dispara e com ele também o aumento da fatura da eletricidade ou do gás.
Na verdade, segundo um Inquérito ao Consumo de Energia no Setor Doméstico, de 2020, realizado pelo INE e pela Direção-Geral de Energia e Geologia, do total da energia gasta em casa, 19,1% é destinada pelos portugueses ao aquecimento.
Perante este número, é normal tentar encontrar formas de poupar na sua fatura, sem renunciar ao conforto. E os radiadores elétricos de baixo consumo parecem ser uma boa opção para conseguir um gasto de energia mais eficiente.
Mas, será que o seu uso se traduz realmente em poupança? Neste artigo responderemos a esta pergunta e analisaremos as diversas opções de aquecimento eficiente para que possa escolher a que lhe melhor se adapta à sua vida.
São aparelhos de aquecimento que armazenam calor e o vão libertando de forma gradual. A sua capacidade de reter e libertar calor, mesmo depois de desligados, foi o que lhes valeu o nome de ‘radiadores de baixo consumo’.
Regra geral, dispõem de um painel de controlo que permite programar a temperatura ideal a cada momento. E, ao atingi-la o radiador desliga-se. Desta forma, reduz-se o seu tempo de funcionamento, dando lugar a maior poupança energética.
Reduzir o seu consumo é, assim, o primeiro passo para poupar na fatura de eletricidade. Mas sabia que pode reduzir ainda mais o seu gasto de eletricidade se contratar a nossa Tarifa Fácil? Afinal, oferecemos-lhe uma tarifa com preço fixo durante 12 meses, e sem aumentos, incluindo nos meses de inverno!
A principal diferença entre estes dois tipos de radiadores é a elevada inércia térmica dos de baixo consumo. Estes são capazes de reter e libertar calor horas depois de terem sido desligados. Em contrapartida, necessitam de mais tempo para atingir uma temperatura quente e confortável.
Por sua vez, um radiador convencional permite aquecer o ambiente com maior rapidez.
O consumo deste tipo de radiadores depende da potência do modelo que escolher, mas, em média consomem entre de 600 a 1.200 watts.
No entanto, o mais importante para garantir o conforto térmico, sem que a sua fatura de eletricidade dispare, é adequar a potência à dimensão do espaço a aquecer. A título de exemplo, podemos dizer que cada m2 requer cerca de 90-100 watts. Isto significa que uma sala de 12 m2 ficaria aquecida com uma potência de cerca de 1.000-1.200 W.
Com tanta oferta no mercado, escolher um sistema de aquecimento ideal para a sua casa não é tarefa fácil. Para tentar ajudar, em seguida, damos-lhe algumas pistas sobre os tipos de radiadores mais comuns:
O alumínio tem uma inércia térmica baixa. Isto significa que os radiadores fabricados com este material aquecem rapidamente, mas não têm a capacidade de manter a temperatura quando se desliga o aparelho. O lado positivo? São de baixo custo e de fácil instalação. Além disso, o alumínio é um material 100% reciclável.
Este sistema de aquecimento, que tem como fonte de energia o gás natural. A caldeira aquece a água, bombeando-a através de um circuito fechado de tubos, que termina nos radiadores, e estes são, assim, aquecidos pela temperatura da água.
Para controlar o seu consumo, recomenda-se a instalação de um termóstato regulável, em cada radiador. Para isso, só precisará de substituir a válvula, que abre e fecha o fluxo de água, por outra que sirva para ajustar a temperatura de cada divisão, de acordo com a sua área e utilização.
Estes radiadores são de uso frequente devido à facilidade da sua utilização: só tem de os ligar a uma tomada elétrica. Eis os três tipos mais comuns:
Funcionam com resistências de alumínio, um material que demora pouco a aquecer, mas que perde calor rapidamente quando se desliga o aparelho.
No seu interior circula um líquido térmico que aquece de forma uniforme o radiador. Os mais conhecidos são os de calor azul, que funcionam com um óleo de transferência de calor chamado "Blue Sun" e que são considerados de baixo consumo.
São feitos de um elemento cerâmico com alta inércia térmica, que lhes permite continuar a emitir calor por até 4 horas após serem desligados. Ainda que sejam mais eficientes, têm um preço superior ao dos radiadores secos e de fluidos.
Estes radiadores estão desenhados para funcionar a uma temperatura inferior à dos tradicionais. Bastam 35-45ºC para que funcionem a 100%, em comparação com os 75ºC que requer um radiador tradicional.
Isto permite uma poupança na energia usada pela caldeira para aquecer a água, bem como na fatura do gás.
Mas tenha em conta o seguinte: instalar radiadores de baixa temperatura não reduzirá seu consumo de energia, se sua caldeira não for eficiente.
Chegou a hora de decidir qual a melhor opção para economizar energia, sem abrir mão do conforto do seu lar.
Se já tem radiadores de água tradicionais, pode aumentar a sua eficiência instalando válvulas termostáticas. Esta é uma solução simples que impede que o radiador aqueça acima de uma temperatura pré-determinada.
Quanto aos materiais, lembre-se de que o alumínio é um excelente condutor de calor. Isto significa que os radiadores fabricados com este material aquecem em pouco tempo, consumindo menos energia até chegar à temperatura ideal.
Contudo, em termos energéticos, os radiadores de baixa temperatura são os mais eficientes. Como o próprio nome indica, eles operam a uma temperatura mais baixa do que os radiadores tradicionais, resultando em economia de energia e água.
Sem esquecer uma vantagem adicional: são compatíveis com sistemas de aquecimento que usam energias renováveis, como a biomassa, a energia solar ou as bombas de calor (aerotermia). Desta forma, além de permitirem poupança, estes equipamentos ainda cuidam do ambiente.
Numa perspetiva de longo prazo, sim, vale a pena. Afinal, um radiador de baixo consumo apenas gasta entre os 600 e os 1.200 watts, ao passo que os radiadores elétricos convencionais oscilam entre os 2.000 e os 2.500 watts. Uma diferença significativa que se fará notar na sua fatura de eletricidade.
Preocupa-o que a sua fatura aumente por usar o seu radiador elétrico durante o horário de ponta da eletricidade? Mude para a nossa Tarifa Fácil, que com um preço fixo 24 horas por dia, durante 12 meses, lhe permite esquecer os horários especiais e os aumentos, até nos meses de inverno!
Como vimos, existem muitos tipos de radiadores além dos elétricos. Assim, em seguida, apresentamos-lhe um comparativo entre consumos e características das diferentes opções.
RADIADOR DE BAIXO CONSUMO (CALOR AZUL) | RADIADOR A ÓLEO |
Fonte de energia: eletricidade | Fonte de energia: eletricidade |
Eficiência 100%: 1 kW de energia térmica por cada kW de energia elétrica consumido | Eficiência 100%: 1 kW de energia térmica por cada kW de energia elétrica consumido |
Preço mais elevado | Preço mais económico |
Não requer instalação profissional | Não requer instalação profissional |
Alta inércia térmica | Baixa inércia térmica |
RADIADOR DE BAIXO CONSUMO | RADIADOR DE BAIXA TEMPERATURA |
Fonte de energia: eletricidade | Fonte de energia: gás natural |
Eficiência 100%: 1 kW de energia térmica por cada kW de energia elétrica consumido | Consome menos energia devido à temperatura da água (35ºC) |
Alta inércia térmica | Baixa inércia térmica |
Sem instalação profissional | Requer instalação profissional |
Preço mais económico | Preço mais elevado |
Recomendamos-lhe três modelos de radiadores elétricos que se encontram entre os mais eficientes do mercado. Conheça em seguida as suas principais características.
Na Plenitude temos um forte compromisso com a sustentabilidade. Por isso, apresentamos-lhe três formas de energias renováveis com que poderá aumentar a sua eficiência energética, enquanto reduz as emissões de CO2 de sua casa.
Tendo em conta a quantidade de horas de sol ao ano de que desfrutamos em Portugal, não é de estranhar que o autoconsumo fotovoltaico seja uma prática cada vez mais disseminada no nosso país.
Para aquecer a sua casa com a energia que produz, pode usar radiadores solares ou instalar um piso radiante. Desta forma, conseguirá poupar até 70% nas suas faturas energéticas.
Esta energia obtém-se ao extrair, com uma bomba de calor, o calor do ar. Tem uma eficiência energética de 400%, o que é o mesmo que dizer que gera 4 kWh de calor por cada quilowatt de energia que consome.
O seu preço de instalação é elevado. No entanto, este sistema consome 41% menos do que uma caldeira e cerca de 77% menos do que eletricidade, o que significa que em menos de dez anos terá recuperado o seu investimento graças à poupança que verá nas suas faturas.
Segundo um estudo publicado pela Direção-Geral de Energia e Geologia, de 2025, esta energia, proveniente do calor solar acumulado no interior da Terra, é considerada como a tecnologia de climatização de edifícios mais eficiente e menos poluente.
Estima-se que o seu uso proporciona uma poupança de energia de até 70% quando é usada para aquecimento e de até 50% quando é usada para refrigeração.
Siga estes cinco conselhos e controle o seu consumo energético:
Ainda tem dúvidas sobre a tarifa de energia que melhor se adapta ao seu consumo energético? Ligue-nos gratuitamente ou deixe-nos o seu contacto e teremos muito gosto em esclarecer todas as suas perguntas, sem nenhum compromisso.
Se preferir, responda a um breve questionário e faremos da comparação das diferentes opções de fornecimento de energia, de forma que lhe possamos recomendar-lhe a solução que melhor responde ao seu perfil.
Passe um inverno com mais conforto em casa. E também na fatura!
Fale connosco hoje mesmo.